Como costuma acontecer nos aniversários, bastava um olhar para o Auditório térreo da ENSP na segunda-feira, 12 de setembro, para perceber que o clima era de reencontro entre velhos amigos. Abraços efusivos, apertos de mão, risadas. Todos estavam ali para celebrar os 62 anos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, que escolheu como tema dos festejos os 30 anos da 8ª Conferência Nacional de Saúde. Em uma Escola marcada pelo pensamento crítico e ação transformadora na vida pública do país, nada mais natural, porém, que, em meio à festa, nascessem reflexões importantes para se pensar a conturbada conjuntura política atual. SAIBA MAIS
Era ainda madrugada no interior do Maranhão quando os sinos começaram a tocar. Em poucos minutos, integrantes de 17 sindicatos rurais se encontravam no salão paroquial da igreja local. O motivo da reunião? Discutir saúde. A lembrança daquele momento raro e intenso de participação popular nos debates da saúde pública foram evocadas pelo pesquisador da ENSP Ary Miranda ao iniciar sua fala na mesa "Momento Político e situação da saúde no Brasil no período da Oitava Conferência Nacional de Saúde", realizada no primeiro dia da semana de aniversário da Escola. O debate, coordenado pela vice-diretora de ensino da ENSP, Tatiana Wargas, contou também com a participação de Arlindo Fábio de Sousa, superintendente do Canal Saúde da Fiocruz e, à época, integrante do comitê assessor da Oitava junto com Ary Miranda. Mais do que trazer de volta antigas recordações, a intenção do evento foi promover uma reflexão sobre o que esse importante acontecimento da vida nacional, que se deu no contexto da redemocratização dos anos 1980, pode nos fornecer como armas para as constantes lutas por uma saúde que atenda às necessidades da sociedade brasileira. SAIBA MAIS
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