sexta-feira, 7 de junho de 2013

Prostituição e direito à saúde

Alexandre Padilha errou. Realizar campanhas de saúde pública é seu dever e não mera opção. Por Pedro Serrano

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, há pouco adotou a decisão de retirar campanha em favor da melhoria da auto-estima das profissionais do sexo com vistas à prevenção da Aids e doenças sexualmente transmissíveis. Um dos cartazes da campanha trazia a frase “Eu sou feliz sendo prostituta”. Também foi exonerado pelo ministro o diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
A retirada da campanha deu-se, aparentemente, por pressão da chamada “bancada evangélica“, que usou da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Marcos Feliciano (PSC-SP), para criticar a iniciativa.
Esse é o terceiro recuo do ministro em situações semelhantes.Conforme matérias veiculadas pela mídia, diversos profissionais e especialistas em saúde pública discordaram veementemente do recuo do ministro. Tais especialistas apontam diversas pesquisas científicas que demonstram que não é possível combater de forma plenamente eficaz o contágio da Aids sem a valorização da auto-estima das parcelas mais vulneráveis da população.
Não é preciso gastar muito esforço de argumento para afirmar que o Brasil é um pais laico, aliás como qualquer outra verdadeira democracia representativa.
Por esta razão questões de saúde pública devem ser tratadas por critérios exclusivamente técnico-científicos. Aspectos de moralidade religiosa não devem interferir em decisões administrativas neste tema.
Queiram os evangélicos ou não, no Brasil a atividade de prostituição é uma atividade lícita, não sendo capitulada como crime em nossa legislação penal. Embora não regulamentada como profissão, é lícita como qualquer outra das inúmeras atividades de trabalho lícitas não regulamentadas.
Em verdade, a regulamentação de uma profissão ou trabalho serve à limitação de seu exercício e não à ampliação da possibilidade de seu exercício, como pode imaginar o leigo. Tanto a prostituta que oferece e realiza serviços sexuais quanto o cliente que paga pelos mesmos estão, ambos, realizando uma atividade inerente a sua esfera pessoal de liberdade garantida pelo direito e por nossas leis.
Saúde é um direito do cidadão e dever do Estado realizá-lo. É um direito das prostitutas contarem com campanhas de prevenção da Aids dirigidas especialmente a elas, pois em razão do exercício de suas atividades lícitas estão mais sujeitas que a média da população à exposição ao vírus.
Mais do que um direito específico das prostitutas como grupo minoritário vulnerável, medidas de contenção da transmissão da Aids neste meio profissional beneficiam toda população e, portanto, é um direito de toda sociedade.
Aparte a hipocrisia moral e social que o assunto traz à tona, a realidade é que muitos homens, inclusive pais de família e até evangélicos, usam dos serviços de prostitutas e como tal funcionam como vetores de transmissão do vírus desse grupo mais vulnerável para o todo social, inclusive suas esposas, namoradas, parceiras e parceiros.
Campanhas de aumento da auto-estima das profissionais do sexo com vistas à mitigação da transmissão do vírus da Aids e demais DSTs em seu meio são, além de direito desta minoria social, um direito difuso de toda sociedade.
Ao ceder aos reclamos obscurantistas de setores religiosos, nosso ministro da Saúde errou. E errou de forma incompatível com nossa Constituição. Realizar as referidas campanhas de estimulo à auto-estima é seu dever e não mera opção sua.
Por outro lado, é muito preocupante ver o parlamento como voz do obscurantismo em termos dos direitos fundamentais e humanos. Embora não majoritária a, bancada evangélica consegue ser cada vez mais dominante nas pressões e ações parlamentares face à inação um tanto covarde da maioria mais esclarecida das casas legislativas.
Tal circunstância serve para mostrar que na tensão entre parlamento e STF não há mocinho ou bandido. Nos temas que tangenciam os costumes afetivos, sexuais e familiares, se não fossem as medidas contundentes da corte no exercício da interpretação constitucional, nossos direitos fundamentais nesses temas seriam letra morta.
Em temas importantes da vida cotidiana estaríamos sujeitos a interpretações medievais da Bíblia e não a valores humanos universais e laicos, traduzidos em direitos, como posto em nossa Constituição.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

08/06 - II Seminário de Transportes e Acessibilidade

Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência

Tem a honra de convidá-los para o II Seminário de Transportes e Acessibilidade.
O evento sera no dia 08/06/2013, das 13h00 as 17h00, na Faculdade Mackenzie, na rua Itambé, 135, Consolação.

Venha participar, você tenha deficiência ou não, pois temos que discutir o transporte na cidade de São Paulo.

Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência - CMPD
Edifício São Joaquim – Rua Libero Badaró, nº. 119 - 3º andar • 01009-000.
Tel.: 3113-9672 • Fax: 3113-9675

08/06- RODA DE CONVERSA COM CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

RODA DE CONVERSA COM CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS NO SÁBADO DIA 08/06/13  
 
O evento vai ocorrer no ESPAÇO SINQUISP (Sindicato dos Químicos, Químicos Industriais e Engenheiros Químicos do Estado de São Paulo), sito à Rua Libero Badaró nº 152, 13º andar   Centro de São Paulo.Além da roda de conversa, que terá a presença de catadores do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), será realizada uma oficina aberta sobre a confecção de artesanatos a partir de materiais descartados como “lixo”.

Esta iniciativa tem como objetivo promover a compreensão do catador como Agente Ambiental que colabora para que os resíduos descartados retornem ao setor produtivo e se transformem em matéria-prima na composição de novos produtos, evitando a exploração predatória dos recursos naturais.

  • PROGRAMAÇÃO (escolha um dos períodos)

    9h30 às 11h – Oficina de artesanato com catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.

    11h às 12h30 – Depoimentos de Catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.

     
                                          OU

    13h às 14h30 – Oficina de artesanato com catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.

    14h30 às 16h – Depoimentos de Catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.
  
Este evento é uma parceria entre o Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste - FDZL e o SINQUISP.
 
  
Confirme sua presença pelo telefone: 3289-1506 
  
Atenciosamente  


ALZIRA A. GARCIA
Diretora Secretária de Responsabilidade Socioambiental do Sinquisp

08 e 09/06 - Virada Sustentável- Mercado Municipal


Campanha de vacinação contra a paralisia infantil 2013



O Ministério da Saúde lançou a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. A ação é realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde e vai imunizar crianças entre 6 meses e 5 anos. A mobilização acontecerá entre os dias 08 e 21 de junho de 2013.

19/06- Óbitos materno e infantil são temas de debate do Ceensp

No dia 19/6, ocorrerá a oitava atividade do Centro de Estudos da ENSP em 2013. Com o tema Vigilância do óbito materno, infantil e fetal e atuação em comitês de mortalidade, participarão como expositores da atividade a professora da Universidade Federal de Pernambuco, Sandra Valongueiro Alves, a coordenadora do Comitê de Prevenção do Óbito Materno, Fetal e Infantil da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Sônia Lansky, e o professor do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, Marcos Augusto Bastos Dias. A atividade, marcada para as 13h30, no salão internacional da Escola, é aberta a todos os interessados e será transmitida pela internet pelo endereçowww.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/videos/.

O Ceensp será coordenado pela pesquisadora do Departamento de Métodos Quantitativos em Saúde da ENSP Sonia Duarte de Azevedo Bittencourt, que é a responsável pelo curso de Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal e Atuação em Comitês de Mortalidade.

Curso Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal

A redução da mortalidade materna, infantil e fetal no Brasil é ainda um desafio para os serviços de saúde e a sociedade civil. A demanda pelo aprimoramento das políticas de saúde para mulheres e crianças no país apontou necessidade de melhorar a informação sobre os óbitos materno, infantil e fetal; identificar a magnitude dessas mortes, suas causas, fatores que as determinam; e propor medidas que previnam a ocorrência de novas mortes. Também é necessário aumentar a participação de importantes segmentos da sociedade no controle social do SUS. Uma estratégia importante é atuação conjunta de profissionais de saúde qualificados para desenvolver a vigilância de óbitos e de outros atores para exercer o controle social por meio dos comitês de mortalidade.

Surgiu, assim, o curso de atualização em Vigilância do Óbito Materno, Infantil e Fetal e Atuação em Comitês de Mortalidade, oferecido pela ENSP. O processo pedagógico do curso se ancora nos significados e práticas vivenciadas pelos alunos no seu campo de atuação, o que possibilita a problematização da realidade e a melhor apreensão dos conteúdos do programa.

O Brasil e a redução da mortalidade

Segundo o estudo Indicadores de desenvolvimento brasileiro, o Brasil atingiu, com quatro anos de antecedência, uma das mais importantes metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que é a redução da taxa de mortalidade infantil (menores de 1 ano de idade), em dois terços entre 1990 e 2015. A taxa recuou de 26,1 óbitos por mil nascidos vivos, em 2001, para 15,7, em 2011.

O Brasil está, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, entre as 20 nações que reduziram, em mais de 70%, a mortalidade infantil nos últimos 21 anos. Esse declínio permitiu sair da faixa considerada média (20 a 49 óbitos por mil), em 2001, para a baixa (menos de 20), desde 2006. A queda foi generalizada em todas as regiões, mostrando-se mais intensa no Nordeste (6,6% ao ano em média).

No mesmo período, observou-se redução da mortalidade materna em 23%: de 80,3 para 62 óbitos maternos por mil nascidos vivos. “Essa redução é ainda mais significativa se considerada a melhora na identificação dos óbitos associados à gravidez em todo território nacional, com o aumento em 45% da proporção de óbitos investigados de mulheres em idade fértil entre 2009 e 2011”, avalia o documento.

Também houve redução da incidência de doenças infectocontagiosas evitáveis por vacinas, mantendo-se algumas delas praticamente sem registro de ocorrência no Brasil, segundo o relatório. Desde janeiro de 2009, o país não registra novos casos de rubéola e, desde 2000, não existe circulação de sarampo (exceto casos importados de outros países). Nos últimos dez anos, o número de casos de tétano caiu 44%, de 579 casos, em 2001, para 326, em 2011. Considerando o tétano neonatal, essa redução chegou a 85%. Houve, ainda, redução a zero de rubéola congênita, de 32% da doença meningocócica e de 66% da meningite por hemófilo.

Indicadores de desenvolvimento brasileiro – Divulgado em fevereiro de 2013, o estudo demonstra a relação entre as políticas públicas brasileiras e a aceleração do desenvolvimento humano no país de 2001 a 2011. O levantamento foi realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em parceria com os Ministérios do Planejamento, Desenvolvimento Social, Educação e Saúde, e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

(Fonte: http://www.odmbrasil.gov.br)

blog da Saúde - dia 06/06


Link to Blog da Saúde

  • Revista ‘História, Ciências, Saúde – Manguinhos’ lança blog e páginas no Facebook e no Twitter
  • Doenças genéticas raras podem ser diagnosticadas pelo Teste do Pezinho
  • Médicos estrangeiros podem suprir carência do Brasil atuando em regiões mais necessitadas
  • MS destina R$ 8,4 milhões a hospital de Sergipe
  • #EntrevistaMS | No Programa do Jô, ministro Alexandre Padilha fala dos desafios da saúde no Brasil
  • Ação no Instagram incentiva o combate ao tabagismo
  • Ministério da Saúde e entidades médicas criam Grupo de Trabalho sobre carreira profissional
  • 100% dos municípios enviaram relatórios de gestão aos Conselhos de Saúde
  • Compartilhe na rede | #zegotinha
  • Saúde investe R$ 28 milhões em pesquisas estratégicas para o SUS

terça-feira, 4 de junho de 2013

13/06- A integração entre a avaliação e gestão no mundo real

A integração entre a avaliação e gestão no mundo real será o tema do próximo Diálogo, promovido pelo Instituto Fonte, com apoio da Fundação Itaú Social.
13 de junho de 2013 (quinta-feira), das 9h às 12h30, na sede da Ação Educativa, no centro de São Paulo.  

Inscreva-se aqui!

Apresentação H1N1

Segue apresentação preparada pela SUVIS a respeito da H1N1, para conhecimento clicando no link abaixo

https://docs.google.com/file/d/0B_q_8zFZBzsPU2pTcFVla1NtazA/edit?usp=sharing

09/06- Pontão Convivência e Cultura de Paz - Instituto Pólis

Dando continuidade às atividades relacionadas ao 1º Congresso Cultura Viva Comunitária, o Pontão Pólis realiza exibição de documentário Tantawawas (direção Pablo Mardondes) e Sessão de Diálogo sobre Cultura de Paz, Convivência e Interculturalidade na América Latina.
 
O encontro acontece neste domingo, 9/06,  na Praça da Kantuta - feira tradicional da comunidade de imigrantes bolivianos na cidade de São Paulo.

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cineclube_kantuta

8/06- Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente

CONVITE

O Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente de São Paulo, por intermédio de sua Comissão Executiva, 
convida todos os Fóruns Regionais DDCA, trabalhadores, militantes e públicos em geral para participarem da Reunião Ordinária deJunho de 2013.
Dia: 08 de Junho/2013 (Sábado), das 09h30 às 13h.


Pautas:
  • Analise da Conjuntura do Movimento em defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente na Cidade de São Paulo.

Local
: Câmara Municipal de São PauloRua Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista – Sala Tiradentes

Contamos com a presença de todos que militam na luta em defesa pela garantia dos direitos das crianças e adolescentes na cidade de São Paulo.

Nova edição da revista Trabalho, Educação e Saúde

No ano em que completa dez anos de existência, a revista científica Trabalho, Educação e Saúde, editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), lança seu segundo fascículo de 2013. A publicação discute a divisão sexual do trabalho no capitalismo e os usos e significados da expressão qualidade de vida em discursos contemporâneos de saúde. Além disso, debate a formação de profissionais de saúde, políticas de educação profissional, saúde mental e efeitos da educação em saúde ante o envelhecimento, partindo de um programa de educação popular em saúde.

Acesse a edição completa da revista. 

Edição de junho da revista 'Radis' está no ar

A revista Radis do mês de junho, número 129, já está disponível on-line. Em sua matéria de capa, a Radis traz um debate sobre os espaços urbanos e as consequências do atual modelo de desenvolvimento do país. O texto, embasado pelos pesquisadores da ENSP Paulo Sabroza e Marcelo Firpo, aponta que desenvolvimento pode ser um processo integrador quando as populações são incorporadas nos projetos. Porém, aponta a matéria, pode não ser isso o que ocorre. De acordo com Sabroza, “a maior parte dos projetos imobiliários, industriais e viários nas cidades brasileiras tem foco em interesses externos às comunidades; eles alteram o processo de ocupação e uso do solo expulsando as populações mais vulneráveis”. A publicação apresenta ainda uma matéria sobre o movimento contra o projeto Novo Recife, que prevê a construção de um complexo habitacional, empresarial e hoteleiro. Esse movimento usa a internet como meio de mobilização social para promover o diálogo na busca de soluções.

A reportagem A população em segundo plano fala sobre casos emblemáticos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro, problematizando as consequências do atual modelo de desenvolvimento no espaço urbano. Nesses locais, foram encontrados pessoas e comunidades impactadas pela especulação imobiliária, a industrialização desordenada e a realização de grandes eventos, entre outras iniciativas levadas à frente à custa da saúde e, muitas vezes, da vida de quem estiver no caminho. Segundo Marcelo Firpo, problemas ambientais são maiores em regiões com maior desigualdade social. Além disso, “eles se expressam de forma mais aguda quando há défice de democracia dessa sociedade e do nível de organização das populações mais vulneráveis. As vozes dessas populações são tidas como de pouco conhecimento técnico para dizer que os problemas ambientais ou de saúde são relevantes”.

Ainda no âmbito dessa reportagem, Marcelo Firpo falou sobre o projeto em que é um dos coordenadores: Mapa da Injustiça Ambiental e Saúde – recebe, desde 2010, denúncias e outras contribuições via internet. Ele é um banco de dados público, que possibilita acesso a 400 conflitos em todo o país. Em sua entrevista, Firpo falou sobre a questão urbana e sua associação à injustiça ambiental, em termos de concentração de riqueza e poder, além de outras questões.

A revista traz também uma entrevista com o presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Paulo Gadelha, sobre a aprovação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei 7.662/2010, que altera a Lei de Drogas. O texto prevê a internação involuntária de dependentes e aumento da pena para traficantes. Segundo Gadelha, o projeto é um acinte, e sua aprovação no Senado seria um retrocesso imenso.

Na sessão Pós-Tudo, a Radis reproduziu um artigo da pesquisadora da ENSP e coordenadora do Centro de Estudos Sobre o Tabaco e Saúde da Escola, Vera Lúcia da Costa e Silva, publicado no jornal O Globo. O texto fala a respeito da portaria federal, assinada em abril, que liberou 12 milhões de reais para que até 30 mil unidades de saúde disponibilizem tratamento ao fumante oferecendo aconselhamento breve, abordagem comportamental, terapias de reposição da nicotina, antidepressivos e também treinamento. Para Vera, o aumento da cobertura do tratamento é essencial, porém alguns pontos da portaria preocupam. Entre eles, o risco de que os recursos liberados sejam usados predominantemente para a compra de medicamentos em virtude da tendência medicalizante do SUS.

10 de Junho - Fórum da Assistência Social da Cidade de São Paulo

O Fórum da Assistência Social da Cidade de São Paulo convoca usuários, trabalhadores e representantes legais da sociedade civil e do poder público para sua plenária eletiva e ordinária.
Data: 10 de junho de 2013
Local: Câmara Municipal de São Paulo - Plenarinho - 1° andar
Horário: das 9 às 12 h.
Pauta:
Avaliação Mandato 2012-2013
Eleição Nova Executiva Mandato 2013-2014
Audiência da coordenação do FAS com SMADS
X Conferência Municipal: lançamento 13 de junho
5% do orçamento para assistência social
GTs portarias 46 e 47 e PLAS 2013/2016
Evento do CEDESP: 25 de junho
Movimento Contra a Redução da Maioridade Penal: 26 de junho
III MEIS: 1° de julho
Outros
Atenção: a eleição da nova executiva do FAS é de suma importância para levarmos adiante a articulação e controle social da política pública da assistência social em São Paulo.
Uma executiva ampliada e fortalecida sustenta a participação do Fórum e conquista de direitos socioassistenciais. Por isso, participe do pleito. Coloque-se a serviço do coletivo, permita que representante de sua organização social participe do FAS.

             Fórum da Assistência Social da Cidade de São Paulo

 
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

5º Prêmio CET de Educação de Trânsito



INSCRIÇÕES ATÉ 19 DE JUNHO DE 2013

A Companhia de Engenharia de Tráfego – CET de São Paulo está realizando o 5º Prêmio CET de Educação de Trânsito,
que tem por objetivo incentivar a reflexão, a criatividade e a produção de trabalhos voltados para a segurança no trânsito.

Poderão concorrer estudantes (educação infantil a universitário), professores, terceira idade,
motoristas, motociclistas, ciclistas e cidadãos maiores de 16 anos,
que residam ou estudem na cidade de São Paulo.

Serão premiados 3 participantes em cada uma das 12 categorias, da seguinte forma:

1º lugar – R$5.000,00 (cinco mil reais)
2º lugar – R$3.000,00 (três mil reais)
3º lugar – R$2.000,00 (dois mil reais)

O edital com todas as informações necessárias pode ser acessado no site da CET www.cetsp.com.br onde, também, serão realizadas as inscrições até 19 de junho de 2013.


Centro de Treinamento e Educação de Trânsito – CETET
Companhia de Engenharia de Tráfego – CET


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