A Associação Mundial de Saúde Sexual - uma organização internacional que representa sociedades especializadas no tema e sexólogos em todo o mundo – realizou o 24º Congresso da Associação Mundial de Saúde Sexual e o XII Congresso Nacional de Educação Sexual e Sexologia. Os eventos aconteceram na Cidade do México e contaram com a participação de Richard Parker, diretor-presidente da ABIA.
Pretendemos com este veículo fortalecer a participação social, o Conselho Gestor de Saúde do Distrito de Saúde de Saúde de Vila Maria/ Vila Guilherme e o SUS.
sábado, 23 de novembro de 2019
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Conservadorismo e políticas antigênero são questionados em eventos na Europa
O Observatório de Sexualidade e Política (SPW, sigla em inglês) marcou presença em dois eventos importantes sobre gênero, sexualidade e política realizados na Europa. O primeiro foi o workshop “Desordem no Gênero, Caos na Nação?” que aconteceu durante o Festival Libertés, em Bruxelas (Bélgica). Já a segunda atividade foi o seminário “Políticas Antigênero e desdemocratização na América Latina – explorando conexões com a Europa do Sul”, realizado na Universidade de Coimbra, em Portugal.
Nota em defesa da atenção primária e do direito universal à saúde: pela revogação da Portaria nº 2979/19 do Ministério da Saúde
Historicamente, no processo de construção do Sistema Único de Saúde – SUS, seu desenvolvimento institucional sempre envolveu a participação das diversas instâncias do controle social, além daquelas previstas legalmente, como as conferências e conselhos de saúde.
Nesse sentido, o Conselho Nacional de Saúde – CNS sempre gozou de natural protagonismo, por ser a instância máxima de deliberação das decisões pactuadas na Comissão Intergestora Tripartite – CIT, como dispõe a Constituição Federal, a Lei 8080/90, a Lei 8142/90 e a Lei Complementar 141/2012.
Não foi por outro motivo que o movimento da reforma sanitária brasileira já expressou sua indignação com o modo pelo qual o novo modelo de financiamento da atenção primária foi pactuado na CIT, sem interlocução com o CNS e a própria comunidade científica, especialmente quando impôs novos critérios de rateio dos recursos destinados aos municípios, chancelados pelo Banco Mundial.
No que tange a descaracterização da Estratégia de Saúde da Família – ESF, eixo norteador da atenção primária no Brasil, nos causa estranheza propor uma nova forma de repasse, que acaba com Piso da Atenção Básica – PAB fixo, sem estudos robustos que evidenciem, objetivamente, seus impactos sobre a condição de saúde da população, a desigualdade de acesso nas regiões metropolitanas e a sustentabilidade econômica dos municípios.
Em particular, dado o ajuste fiscal, os(as) secretários(as) de saúde municipais não têm como por dinheiro novo para repor os(as) médicos(as) e enfermeiros(as) perdidos nos últimos anos, cujas consequências sociais podem ser desastrosas.
Além do mais, o fim do pagamento destinado às equipes em funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF repercutirá negativamente sobre a qualidade da assistência à saúde, dificultando o acesso da população ao cuidado integral realizado por nutricionistas, fonoaudiólogos(as), fisioterapeutas, psicólogos(as), entre outros.
Visando anular essa medida, o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) e o senador Humberto Costa (PT-PE) apresentaram Projetos de Decreto Legislativo, que pretendem sustar a Portaria nº 2979/19 do Ministério da Saúde, cujo objetivo é substituir o atual modelo de financiamento da atenção primária por outro baseado na capitação ponderada e no pagamento por desempenho, a partir da experiência de países com território, população, renda média e modelo de provimento diferentes do caso brasileiro.
Tais Projetos alertam que esse novo modelo não foi elaborado de forma transparente, tampouco assegura a redução das desigualdades regionais, ao adotar o número de pessoas cadastradas como critério para focalização do repasse dos recursos, desconsiderando as necessidades de saúde da população, as dimensões epidemiológica, demográfica, socioeconômica, espacial e de capacidade de oferta de ações e de serviços públicos de saúde em linha com o disposto no art. 35 da Lei 8.080 e o art. 198 da Constituição Federal.
Para piorar, essa proposta está alinhada com a política de austeridade fiscal, que, a partir de 2016, introduziu um teto para as despesas primárias, por meio da Emenda Constitucional 95, que vem reduzindo o piso do governo federal em termos reais per capita. Essa restrição orçamentária se torna mais grave com as recentes Propostas de Emenda Constitucional apresentadas pelo Ministério da Economia, que visam, a um só tempo, reduzir o teto dos gastos, eliminar o mínimo da saúde na união, estados e municípios e colocar a saúde e a educação numa disputa fratricida – que certamente agravarão as condições epidemiológicas e os vazios assistenciais.
Nessa perspectiva, as entidades signatárias deste documento, reafirmando seus compromissos éticos com a democracia e os direitos sociais, vêm conclamar os parlamentares a aprovarem as propostas de Decreto Legislativo, anulando da Portaria nº 2979/19 do Ministério da Saúde e permitindo a reabertura do diálogo com a comunidade científica, os movimentos sociais e, especialmente, os conselhos de saúde – composto por usuários, trabalhadores, prestadores e gestores.
Fonte abrasco.org.br
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Em defesa da atenção primária e do direito universal à saúde: pela revogação da Portaria nº 2979/19 do Ministério da Saúde
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quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Proposta do Ministério da Saúde de mudança na modalidade de transferência de recursos para a Atenção Primária à Saúde”
No dia 18 de outubro de 2019 foi realizado, no Rio de Janeiro, o seminário “Proposta do Ministério de da Saúde de mudança na modalidade de transferência de recursos para a Atenção Primária à Saúde”. O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/RJ) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/RJ) e contou com a participação de técnicos do Ministério de Saúde, gestores municipais, profissionais da saúde e pesquisadores.
Erno Harzheim, Secretário Nacional de Atenção Primária à Saúde, apresentou a proposta de mudança na modalidade de transferência de recursos para a Atenção Primária à Saúde, que consiste num modelo de financiamento misto, com três componentes, a saber:
-Captação ponderada: pagamento por pessoa cadastrada na APS ponderada a partir da classificação dos municípios por tipologia rural ou urbana do IBGE, maior valor pago por usuários de até 5 anos e maiores de 65 anos, usuários do Programa Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e benefícios previdenciários até dois salários mínimos;
-Pagamento por desempenho: análise de indicadores de processo, indicadores de resultado intermediários, indicadores globais de qualidade (PCATOOL, relação médico paciente, fidelização), os quais serão monitorados a cada quatro meses. Para o ano 2020 serão definidos sete indicadores, em 2021 serão 14 indicadores e em 2022 serão 21. Os indicadores que sejam mais fáceis de atingir terão um valor menor do que aqueles mais difíceis de atingir;
-Incentivo a programas específicos como promoção da saúde, saúde bucal, moradores de rua, privados da liberdade, saúde na hora, informatização. A proposta é qualificar mais esses programas;
De acordo com o secretário, a maioria dos municípios ganham com essa nova organização, mas há uma menor parte de municípios que perdem. Por esse motivo foi desenhado um modelo de transição através do qual todos os municípios ganharão os primeiros quatros meses como se a captação fosse plena, e somente a partir do segundo quadrimestre os municípios que não conseguissem cadastrar a população suficiente poderiam ter uma perda. Quanto ao desempenho, a análise dos indicadores somente começará em setembro. As equipes vinculadas ao PMAQ continuarão recebendo o incentivo até esse momento. Os resultados atuais dos indicadores serão publicados em janeiro e em setembro serão avaliados.
Hisham Mohamad Hamida, diretor financeiro do Conasems ressaltou que a maioria dos municípios consideram o atual modelo de financiamento injusto. Segundo ele, a nova proposta aumenta a autonomia dos municípios para conformar as equipes segundo as necessidades particulares dos mesmos, e a execução completa do orçamento significaria um incremento no financiamento da APS. O Conasems se posiciona a favor da proposta se nenhum município perde.
Durante o Seminário, André Schimidt, especialista em Gestão da Saúde da SES/RJ e Cosems apresentou um estudo no qual foram realizadas simulações para todos os municípios de estado do Rio de Janeiro dos recursos a serem recebidos por captação ponderada comparados com os recursos pagos em 2018 por PAB fixo, equipes de saúde da família, núcleos ampliados de saúde da família e gerentes (rubricas que serão substituídas pela captação ponderada). Os resultados indicaram uma perda estimada de 417.244.728,93 no montante total de recursos ao ano, onde 78 municípios do estado perdem recursos. O estudo apresentado (que pode ser consultado no site do COSEMSRJ) também evidenciou que o fim do pagamento por equipe de saúde da família e NASF pode induzir uma mudança no modelo de atenção, priorizando procedimentos médicos e esvaziando ações de cuidado transversais e interdisciplinares.
Lígia Giovanella, pesquisadora, membro da Abrasco e coordenadora da Rede APS destacou na sua apresentação a importância de estabelecer pontes com os gestores, o CONASS, o CONASEMS e os profissionais de saúde para defender o SUS público, universal, de qualidade e uma APS forte, territorializada, com enfoque comunitário, que contemple os atributos essenciais e derivados da APS e responda às necessidades da população.
A pesquisadora apontou que, no contexto atual de restrição de direitos, congelamento do gasto público em saúde, reforma previdenciária e trabalhista, ameaças ao meio ambiente e à democracia, faz-se necessário analisar as mudanças em conjunto e contextualizadas. Nessa perspectiva, a pesquisadora apresentou algumas das principais mudanças que estão sendo implementadas atualmente em relação à APS. A criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde traz um risco de mudança do modelo de atenção, o governo pode passar a ser simplesmente um prestador de serviços, empresas privadas podem ser contratadas para a provisão de serviços de APS, isso abre um espaço para a mercantilização do espaço mais eficiente no SUS. A Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde Brasileira, que foi colocada em consulta em agosto deste ano, reduz o escopo da APS ao nível individual, desaparecendo os atributos derivados da APS: orientação familiar, orientação comunitária e competência cultural. Chama a atenção também, a proposta de lista de pacientes desterritorializada, a qual dificulta as visitas domiciliares e perde a ação comunitária. Em relação ao financiamento, a extinção do PAB fixo e PAB variável para passar ao pagamento por captação ponderada apresenta um risco de sustentabilidade financeira do SUS municipal, porque os municípios renunciariam à única transferência federal para a APS. O fim dos incentivos específicos para o NASF e para a saúde da família significa extinguir o NASF e a prioridade da estratégia de saúde família, dessa maneira, é possível que os atributos essenciais e derivados da APS não sejam garantidos. Além disso, é necessário lembrar que os incentivos do PMAQ somavam recursos para o financiamento da APS, enquanto a nova proposta de financiamento por desempenho distribui os recursos já existentes, ou seja, nada indica que os municípios terão mais recursos por desempenho. A pesquisadora também se mostrou preocupada pelo pouco tempo (4 meses) que teriam os municípios para se debruçar sobre as dificuldades de cadastramento e solucioná-las. Para finalizar, Giovanella apontou que é preciso melhorar o modelo, no entanto, as propostas de mudanças tendem a enfraquecer o coração da rede de serviços, havendo um deslocamento do debate da integralidade para uma APS que poderia ser chamada de “neoseletiva”.
Após as apresentações dos panelistas foi realizada uma rodada de perguntas do público. Os participantes se mostraram preocupados com a proposta, concordaram que 4 meses para solucionar os possíveis problemas de cadastramento era muito pouco. Além disso, apontaram que um período de transição de um ano em ano eleitoral podia não ser o mais adequado. Antônio Morais do CES-RJ solicitou que a proposta fosse discutida com maior profundidade com participação dos órgãos de controle social como o Conselho Nacional de Saúde. Maria da Conceição de Souza Rocha, presidente do COSEMS/RJ ressaltou que a implementação da proposta de mudança no modelo de financiamento da APS deveria ser adiada devido às múltiplas dúvidas ainda presentes entre os gestores municipais e também porque os detalhes sobre os métodos utilizados pelo Ministério da Saúde para definir os critérios de avaliação dos indicadores ainda não têm sido esclarecidos.
Vídeo do semináriodisponível no facebook do COSEMS/RJ https://www.facebook.com/CosemsRJ/videos/1413546605477387/
No site do COSEMS/RJ http://www.cosemsrj.org.br/proposta-do-ministerio-da-saude-de-mudanca-na-modalidade-de-transferencia-de-recursos-para-a-atencao-primaria-a-saude/ também encontrará as planilhas apresentadas pelo Ministério da Saúde sobre as faixas do resultado do impacto novo financiamento e artigos publicados que se debruçam sobre essa questão.
Por fim, cabe destacar que, no dia 30 de outubro, entidades do movimento da Reforma Sanitária como ABrES, Abrasco, Cebes, Rede Unida, dentre outras, enviaram uma carta ao Ministro de Estado da Saúde, Dr. Henrique Mandetta, onde alertam sobre os riscos da mudança no modelo de financiamento da APS e apresentam suas preocupações sobre o processo de discussão da proposta, que não contou com um documento técnico passível de análise, não foi debatida amplamente e não teve aprovação pelo Conselho Nacional de Saúde, segundo o que indica a carta que pode ser acessada na integra no site da Abrasco:
Por Diana Ruiz e Valentina Martufi – doutorandas que contribuem para a REDE APS
Fonte; REDE APS
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
DIMENSÕES DA PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL: PARA ONDE VAMOS?
GESSAE: Evento Mensal dia 20 de agosto
de 2019. Terça-Feira Horário : 13h30min
às 16h30min
Um espaço para reflexão, multiplicar saberes, fazer um intercâmbio de
experiências vivenciadas no cotidiano profissional.
P A L E S T R
A
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TEMA: DIMENSÕES
DA PRÁTICA DO ASSISTENTE SOCIAL:
PARA ONDE VAMOS?
PALESTRANTE: PROFª. DAGMAR C. SANTOS
ASSISTENTE
SOCIAL,
MESTRE EM SERVIÇO SOCIAL,
PROFª. FIG - UNIMESP
Horário : 13h30min às 16h30min
Inscrições: Enviar o nome completo para o
e-mail do Serviço Social – IIER.
Informações: 3896-1362 / 3896-1370
Local : AUDITÓRIO DR. IVAN DE
OLIVEIRA CASTRO
Instituto de Infectologia Emilio
Ribas
Av. Dr. Arnaldo, 165 - Cerqueira
César - São Paulo
Atenciosamente,
LUIS ALBERTO VENTURA FERNANDES,
COMISSÃO ORGANIZADORA
Como orientar o munícipe a respeito de assuntos relacionados à Secretaria da Fazenda
Como
orientar o munícipe a respeito de assuntos relacionados à Secretaria da Fazenda
Diariamente, as unidades da Secretaria Municipal da Fazenda recebem ligações de munícipes solicitando informações a respeito de assuntos diversos. A correta orientação nesses casos pode representar a solução da demanda de forma efetiva e evitar futuros problemas ao cidadão.
Portanto, visando melhorar a comunicação externa, instituindo uma cultura
de excelência no relacionamento com o contribuinte na SF, a Divisão de Atendimento
da Receita (DIATE) apresenta algumas orientações para que os questionamentos
sejam direcionados de forma correta. Confira abaixo.
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Como orientar o munícipe a respeito de
assuntos
relacionados à Secretaria da Fazenda
Para dúvidas de caráter geral
Consultar o Portal de Atendimento da PMSP, por meio do link: https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/
Consultar o Portal de Atendimento da PMSP, por meio do link: https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/
Para encontrar serviços referentes ao IPTU
Para encontrar serviços da Secretaria
Municipal da Fazenda
Para dúvidas referentes a assuntos tributários
Consultar o site da Secretaria da Fazenda: https://www.prefeitura.sp.gov.br/fazenda/
Consultar o site da Secretaria da Fazenda: https://www.prefeitura.sp.gov.br/fazenda/
Para dúvidas não esclarecidas no site
Enviar um questionamento para o canal oficial de atendimento da Secretaria da Fazenda: www.prefeitura.sp.gov.br/falecomafazenda.
Enviar um questionamento para o canal oficial de atendimento da Secretaria da Fazenda: www.prefeitura.sp.gov.br/falecomafazenda.
Para atendimento presencial
Para ser atendido presencialmente no Centro de Atendimento da Fazenda Municipal (Praça do Patriarca, nº 69) é necessário agendamento prévio neste link: http://www.prefeitura.sp.gov.br/agendamentosf.
Também há atendimento presencial nas 30 Praças de Atendimento das
Subprefeituras (consulte
aqui os endereços) e nas unidade do Descomplica São Miguel (Rua Dona Ana
Flora Pinheiro de Souza, nº 76, São Miguel Paulista) e Campo Limpo (Rua Nossa
Senhora do Bom Conselho, nº 65, Campo Limpo), sem necessidade de agendamento
prévio.
IMPORTANTE: não devem ser fornecidos telefones das unidades da Secretaria Municipal da Fazenda ou de qualquer servidor. Somente os canais acima são devidamente formatados para dar o devido encaminhamento às demandas dos munícipes.

assuntos
relacionados a outras Secretarias
O Portal de Atendimento 156 (sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal), da Prefeitura de São Paulo, apresenta informações de diversas Secretarias. O site oficial da Prefeitura também é um canal de comunicação para os munícipes, no link www.capital.sp.gov.br.
O Portal de Atendimento 156 (sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal), da Prefeitura de São Paulo, apresenta informações de diversas Secretarias. O site oficial da Prefeitura também é um canal de comunicação para os munícipes, no link www.capital.sp.gov.br.
Tem um projeto inovador com impacto na sociedade? Participe da Premiação Global WSA 2019!
As inscrições podem ser realizadas até 18 de agosto e o prêmio nacional conta com apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. Leia mais
Julho Amarelo contra a hepatite
Prefeitura convoca a cidade de São Paulo para enfrentar o Sarampo
No último dia 10 de
julho a vacinação contra o Sarampo passou a ser indicada a todas as pessoas
de 15 a 29 anos. Para uma maior imunização desse grupo, a Secretaria
Municipal da Saúde buscou parcerias com universidades e realizou a capacitação
de 900 profissionais no manejo clínico específico do Sarampo. Saiba mais
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Telemedicina para agilizar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde de Vila Maria/Vila Guilherme
Prefeitura de São Paulo investe em Telemedicina para agilizar o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde
A plataforma será implantada inicialmente nas Unidades Básicas de Saúde de Vila Maria/Vila Guilherme da capital e do Butantã. Leia mais
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Eleição do Conselho Municipal de Política Urbana | Guarde esta data!
Conselho trata da Política de Desenvolvimento Urbano do Município, além de discutir e elaborar propostas de interesse urbanístico. Acesse o site e acompanhe todo o processo eleitoral!
A
Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU), convida você, interessado por urbanismo e projetos que podem impactar o seu dia a dia, a participar da eleição para o Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU), que ocorre em 22 de setembro (domingo), das 9h às 17h, em cada uma das 32 subprefeituras da cidade.

Os eleitores votarão mediante a apresentação de documento oficial de identificação original com foto, acompanhado do título de eleitor (ou do número do mesmo). Ao menos um local de votação por subprefeitura será ofertado. A SMDU disponibilizará em breve em seus canais de comunicação um link para consulta do local de votação, que deverá ser correspondente à subprefeitura onde sua zona eleitoral se encontra.
Para a eleição bienal (2019-2021) do Conselho, apenas um segmento poderá ser votado, o de Movimentos de Moradia. São quatro vagas disponíveis, que serão disputadas por duas chapas: Chapa Democracia e Luta e Chapa Moradia e Cidade. O munícipe terá direito a somente um voto, que deve ser direcionado a alguma das chapas.
A Chapa Democracia e Luta é representada pelo número 11 e formada pelas entidades “Fórum dos Mutirões de São Paulo” e “Central de Inclusão aos Programas de Moradias Populares do Estado de São Paulo – CIPROMP-SP” (titular e suplente, respectivamente), além da entidade Associação de Moradores do Jardim Manacá da Serra (titular).
Já a Chapa Moradia e Cidade é representada pelo número 12 e composta pelas entidades Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – Leste 1 – MST Leste 1 (titular e suplente), Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste” e “Movimento Defesa do Favelado – Região Episcopal Belém” (titular e suplente), “Associação Amigos do Jardim Ipanema” (titular e suplente), e “Unificação das Lutas de Cortiços e Moradia” e “Movimento Habitacional e Ação Social – MOHAS” (titular e suplente).
Para o preenchimento das vagas de segmento oriundas de chapas, a Prefeitura adota o princípio da representação proporcional, ou seja, as cadeiras serão distribuídas conforme o quociente eleitoral obtido pela chapa, determinada após a contagem do total de votos válidos.
O processo eleitoral também considera os princípios e regras da Lei nº 15.946/13 e Decreto nº 56.021/15, que dispõem sobre a composição mínima de 50% de representantes do gênero feminino nos conselhos de Controle Social, podendo, inclusive, inverter a relação de titularidade e suplência de uma mesma entidade e/ou chapa para o cumprimento das devidas legislações.
Concluída a apuração de votos, a Comissão Eleitoral publicará a Ata de Apuração. Após o fim do prazo para recursos, o resultado final será divulgado no Diário Oficial.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Cadernos de Saúde Pública' discute vulnerabilidades e Desenvolvimento infantil
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Opas Defende Saúde para universal Todas e todos, em Todos Os Lugares
domingo, 16 de junho de 2019
'Atenção Primária e Sistemas Universais de Saúde: Compromisso indissociável'
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Saúde e DIREITOS da População trans: tema fazer 'Cadernos de Saúde Pública'
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Sobre Produção fazer cuidado e Intervenção em Saúde
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Como ficaria a Saúde sem o Pensamento crítico e como Reflexões Sobre a Realidade sociais?
Violência Obstétrica: Proibição do Termo. E como Ações?
terça-feira, 11 de junho de 2019
Publicações da ENSP Sobre Práticas de Saúde Disponíveis na Biblioteca
segunda-feira, 10 de junho de 2019
Revista Radis de maio debate Direito à Tradição quilombola
domingo, 9 de junho de 2019
Pesquisa da ENSP Avalia Fatores Associados à Qualidade de vida e diabetes
sábado, 8 de junho de 2019
Pesquisa da ENSP Analisa Saúde do Trabalhador na Constituição do Brasil
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Saúde Mental em DISCUSSÃO: A Luta antimanicomial no Brasil
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Entrevista: Pesquisa da ENSP RELATOS Analisa de Mães Que sofreram 'Violência Obstétrica'
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Estudo Analisa avanços e Desafios da Atenção à Saúde do idoso com Doenças crônicas
terça-feira, 4 de junho de 2019
Tuberculose: Pesquisadores da ENSP Falam Sobre Novos Diagnósticos e Tratamentos
Óbito Materno, Infantil e Fetal: Programa de Formação lança Publicação digitais
Prêmio | Gente que faz a Diferença
#PraCegoVer
Comunicado Saúde
Convite
Prêmio Gente que Faz a Diferença
PÚBLICO ALVO
Todos os profissionais da Secretaria Municipal da Saúde.
DATA
Quinta-feira,
31 de outubro
HORÁRIO
9h às 13h
LOCAL
Teatro Fernando de Azevedo
Secretaria Estadual da Educação
Avenida São Luis, S/N
Praça da República
SOBRE O PRÊMIO
A Divisão de Qualidade de Vida no Trabalho (DQVT) da
Coordenadoria de Gestão de Pessoa (COGEP), criou o "Prêmio: Gente que faz
a Diferença", como relevante reconhecimento da atuação dos profissionais e
do sentido do trabalho no SUS para a produção da saúde e dos sujeitos
implicados.
CATEGORIAS DA PREMIAÇÃO
- Relato de Experiência
Nesta categoria serão aceitos relatos de experiências que
foram desenvolvidas/concluídas ou estão em curso.
- Homenagem ao Profissional
O profissional homenageado poderá participar da premiação
por meio de indicação de qualquer outra pessoa ou equipe, estando em exercício
ou aposentado.
As incrições serão encerradas no dia 28 de junho..
A premiação ocorrerá durante o Seminário Profissionais do
SUS.
INSCRIÇÕES
Links para redes sociais:
Logos do Sistema Único de Saúde, Cogep
e da Secretaria Municipal da Saúde - SMS
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